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Você se separou, mas as ameaças continuam?

há 1 hora
1 min de leitura


A violência pode não ter terminado

O fim de um relacionamento nem sempre representa o fim do controle, das ameaças e das humilhações. Entenda por que isso merece atenção.

Você conseguiu sair de um relacionamento difícil. Mudou sua rotina, organizou sua vida e acreditou que finalmente teria tranquilidade.

Mas as mensagens continuam chegando.

Ele quer saber onde você está, com quem saiu, ameaça cortar o dinheiro dos filhos ou aparece em lugares que você frequenta.

E você começa a se perguntar: se nós não estamos mais juntos, isso ainda pode ser violência doméstica?

A separação não elimina a proteção da lei

A Lei Maria da Penha também pode ser aplicada a situações envolvendo ex-companheiros, quando presentes os requisitos legais.

A violência não precisa ser física. Ameaças, perseguição, humilhações e determinadas formas de controle financeiro também podem configurar violência.

O fato de o relacionamento ter terminado não significa que essas condutas devam ser ignoradas.

Quando o passado interfere no presente

É comum que questões financeiras, filhos e patrimônio mantenham algum vínculo entre pessoas que se separaram.

Entretanto, existe uma diferença importante entre resolver assuntos necessários da família e utilizar essas situações para intimidar ou controlar a outra pessoa.

Nem toda discussão entre ex-companheiros é violência. Mas nem toda violência termina com a separação.

Compreender essa diferença é importante para reconhecer quando uma situação pode exigir proteção jurídica.

Suelena Cioccari | Advocacia

O escritório disponibiliza atendimento jurídico para questões relacionadas à violência doméstica e aos conflitos familiares. Entre em contato para obter informações.
 
 
 

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